Vigararia de Matosinhos

A Vigararia, dentro de uma Diocese, é um conjunto de paróquias, e portanto um conjunto de padres, que são chamadas/os a trabalhar o mais em comunhão possível, no que diz respeito aos diferentes Sectores da Pastoral: Pastoral da Evangelização, Pastoral Litúrgica, Pastoral da Caridade, Pastoral da Comunhão.

Por regra, cada Equipa ou trabalho vicarial é acompanhado por um sacerdote e um diácono.

No caso da nossa Vigararia de Matosinhos, que é composta por 12 Paróquias, 10 Párocos e o Capelão da Pastoral Penitenciária (estabelecimentos prisionais), já existe um trabalho bastante comum, no que diz respeito à Catequese, aos Jovens e à Liturgia (temos a Equipa Vicarial de Catequese, Equipa Vicarial dos Jovens, Encontro Vicarial de Coros); e estamos a dar passos firmes no que diz respeito à Pastoral da Caridade (já há uma Equipa a preparar e coordenar acções vicariais destinadas aos Frágeis/Doentes) e à Pastoral da Comunhão: foi criado, há poucos meses o Conselho de Pastoral Vicarial, cujo objectivo é coordenar e dinamizar o trabalho pastoral comum e ajudar os sacerdotes e diáconos a delinear as propostas a fazer, por exemplo, os Encontros Vicariais.

Composto por representantes de todas as paróquias e de alguns âmbitos sociais (política, escola, caridade…) o Conselho de Pastoral Vicarial tem como missão manter todas as paróquias abertas e centradas no(s) mesmo(s) objectivo(s), ainda que, cada uma delas, na sua diferença, os concretize diferentemente. Trata-se sempre de comunhão e unidade na diversidade, claro.

Já concretizámos duas assembleias vicariais e temos agendada uma no final das Visitas Pastorais que estão a decorrer em todas as paróquias, até Maio.

Nessa altura, e diante das conclusões e desafios que cada paróquia tiver encontrado, com a ajuda do bispo que nos acompanha (D. Pio Alves), tentaremos traçar orientações futuras para a missão de sempre: levar a alegria do Evangelho a todos.

A comunhão, como sabemos, é sempre dinâmica e instável. Daí a necessidade e o desejo de irmos crescendo sempre mais nesta capacidade de trabalhar juntos, de acordo com o que o nosso bispo diocesano nos vai pedindo.

Por agora, é tempo de ‘nos renovarmos, com Maria, nas fontes da alegria’.